Terça-feira, 29 de Abril de 2008

'

(...)




















Passei bem uns 40 minutos sem escrever nada.
Na minha cabeça: "Ninguém sabe o que é saudade / Há quem diga que ela é dor..."
Vou ficar com saudades de você, minha amiga.

;*
escrito por Ana Maria às 22:49
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

A carteira*

     De repente, Gustavo deu conta de que estava sem sua carteira. Começou a suar frio e logo o desespero havia tomado conta de sua mente, Haveriam-na achado? Haveriam-na vasculhado? Não, isso não poderia ter acontecido. Não naquele dia, não com aquela carteira.
     Saber o porquê do desespero de Gustavo só é possível com uma voltinha no passado. Gustavo estava apaixonado. Por uma bela mulher, aliás. Bela mulher, esta, que agora ele lembrava, era esposa de seu amigo Honório.
     As coisas aconteceram realmente rápidas. A apresentação à Honório, a cumplicidade adquirida, a aproximação à família e logo, Gustavo tomara D. Amélia em seu braços. Estaria aí a explicação que Honório buscava para o fato de que toda vez que este punha os pés em sua casa, Gustavo fazia dela seu refúgio e o olhava com olhos desconfiados.
    Ansioso por demonstrar ainda mais seu amor por Amélia, Gustavo escrevera um bilhete apaixonado, que agora se encontrava em sua carteira perdida. Falava do prazer indizível que sentia ao estar na presença de tão bela mulher, ao ouví-la tocar piano e ao arrepiar-se por causa dos sussuros de amor da voz de algodão que ela possuía.
    Temia agora que alguém descobrisse. Tamanho seria o escândalo de vizinhos e seu escritório de advocacia logo estaria às teias de aranhas. Que advogado honrado era esse, que amava e possuía, em lençóis sujos, a mulher de seu amigo?
    Para que estivesse preparada para qualquer coisa, Gustavo corre para a casa de Honório, para contar tudo para sua amada.
    - Amélia, precisas saber do desastre que aconteceu.
    E Honório abordara os dois, entrando pela porta da frente de supetão, fazendo com que Gustavo e D. Amélia não pudessem disfarçar tal angústia. Honório sorria e perguntou a Gustavo se lhe faltava algo. "Falta-te a vergonha na cara, seu traidor!"
    - Nada.
    - Nada?
    - Por quê?
    - Mete a mão no bolso, não te falta nada?
    - Falta-me a carteira. Sabes se alguém a achou?
    - Achei-a eu. Pegue.
    - Mas conheceste-a?
    - Não, achei teus bilhetes de visita.
E foi para o banheiro sem nem cumprimentar D. Amélia. Honório só o fazia depois de seu banho, mas isso aumentou ainda mais a aflição de Gustavo. Abriu sua carteira e como se quanto antes o fizesse, mais rápido se livraria do peso na consciência, entregou o bilhete a D. Amélia. Esta sorriu com o mais belo sorriso que tinha e rasgou em incontáveis pedaços a sua infidelidade narrada.

*Releitura de "A carteira" de Machado de Assis

Bjos ;*
e obrigada pra quem teve MUITA  paciência de ler essa baboseira =D
escrito por Ana Maria às 22:19
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Srta. Galudice

Aham, sou eu mesma.
Mas primeiro, me questiono. Quem inventou a palavra galudice escreveu com "c" ou com "ss"?
Galudice ou galudisse?

Na verdade, esqueci o que ia dizer quando eu botei esse título, porque eu escrevi ele faz uns 10 minutos. Mas tenho certeza que foi porque eu falei merda o dia todinho.

A minha última, bonitinha, diga-se de passagem, foi o migué que eu disse pro meu ex-professor de química que ia dizer pra minha mãe (leia-se: o migué que eu direi pra minha mãe que comentei com meu ex-professor de química) porque ela brigou comigo de manhã, quando ela olhou a panela que ela fez o café e viu que ainda tava meio preta...
Aí, eu perguntei pro prof (aí é que ele entra) o porquê do alumínio escurecer quando a água ferve e talz... Segue o migué:

"maiê, o prof. disse que num dá pra sair esse negócio preto da panela, porque como a temperatura aumentou a velocidade da reação de oxidação do alumínio, ele ficou mais escuro. Daí, o alumínio ficou tristinho e disse que num queria mais ficar branco, porque ele ia sofrer preconceito, iam chamar ele de Michael Jackson!"

Eu ia fazer ela rir, no mínimo.

"Ana Maria - aquela, a moça das vírgulas tímidas - ..."
"Ouvi" isso quando eu falei de minha obsessão por vírgulas...
Disse, repito: Adorei.

Só não mais, que, vírgulas!

bjos ;*
e obrigada pra quem teve paciência de ler essa baboseira. =D
Trilha Sonora: A Sua - Marisa Monte
escrito por Ana Maria às 23:42
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

que vem do nada e vai num sei pra onde

"When you look me in the eyes / And tell me that you love me / Everthing's alright / When you're right here by my side / And you look me in the eyes / I catch a clampse of heaven / I find my paradise / When you look me in the eyes."
When you look me in the eyes - Jonas Brothers

Would you like to look me in the eyes?
The same eyes that you looked at to tell your lies.
The same eyes that you said were beautiful, the mirror of happiness.
The same eyes that smiled when saw your face.
Would you like to tell me that you love me?
I don't know you, but I'd like to hear it.
You'd be takin' me to other place and I'd ask you to don't make fool of me again.
You'd be making me catch a clampse of heaven and feel alright.
You wouldn't be making me drop tears of blood, remembering what you did.
escrito por Ana Maria às 01:30
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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

those after noons.

Botei o título e lembrei que uma vez meu professor de inglês perguntou: "Por que tu não escreve só em inglês?!"
Tá, tá certo. Eu amo inglês. Mas assim também não dá. Portuguesinho, minha língua mãe e eu simplesmente abandoná-la... não seria certo.

Sim, eu ia falar das tardes, after noons. Adoro jogo de palavras, tem gente que sabe disso :)
No dia 18 foi niver de Cath, parabéns pra ela. Só Deus e minha lembrança sabe como tava gostoso aquele bolo. Modéstia à parte. ;)
Dia 19, shops! siiiim, pra comemorar! Nos atrasamos e a culpa foi de quem?! Da chapiiiiiiiinhaaa, né?! Mas foi tudo bem... filme pra lá de ótimo e bangunça legal.
Rendeu tanta merda nós 4 juntas (Daday, eu, Cath e Paulinha - ordem da foto) que a cada 5 minutos, eu dizia: "Caracas, isso eu tenho que escrever no blog!"
Foi tanta coisa, que a única que eu me lembro, foi eu olhando pra um short na vitrine de uma loja "só compra quem for rico e magro" e falando: "Olha só, o short todo é só uma coxa minha!" (Eu não tava me gabando, quem me conhece, sabe.) e o professor de biologia lá da escola passando do meu lado, puxando minha bolsa.
Eu só espero que ele não tenha escutado.

Daday, eu, Cath e Paulinha

Dia 20, fui pra um sítio loooonge que dói, coisa da igreja da minha mãe. Ah, foi legal, um povo divertido e diferente. Gostei, mas sem maiores comentários.
Dia 21, feriado, aziei o dia todo.
Ah, fiz bombons de chocolate, minha pequena empresa. Depois eu conto...

bjos ;*
e obrigada pra quem teve paciência de ler essa baboseira =D
escrito por Ana Maria às 22:17
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

né?

Antes de mais nada, eu não tô gripada. De manhã me deu uma crise miserável de rinite que eu espirrava até pelos dedos. Pelo blog.

Só vim aqui mesmo, porque hoje eu ouvi uma coisa que mexeu comigo:

"Quanto vale a vida longe de quem nos faz viver?"

Não vou me prolongar, não vou ficar me martirizando.
Vai lá atrás e vai ser feliz, porra!


o/
escrito por Ana Maria às 23:03
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Atchim!

:~
escrito por Ana Maria às 10:22
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

aaaaaaaaaahhh (suspiro)*

Sabe quando tu acorda, achando que o dia vai ser uma merda, e tudo conspira a seu favor... Tu queima a tua língua e se sente tão bem porque é a primeira vez que tu erra e, apesar do erro, uma coisa boa acontece?

Pois é... =)

Hoje de manhã, aula de redação e nada poderia ser mais patético do que escrever redações sobre a Amazônia. Sem comentários, teve algo que me fez bem e me fez disparar o coração x)
Então, à tarde, mais sete horários de aula. Guess What?! Foi perfeito... sei lá. Tá tudo muito bem pro meu gosto...

Depois teve surpresinha pra minha bonequinha de porcelana =D
Foi liiiiiiindo!
A gente fugindo da escola pra casa dela: "Ai, meu Deus, acho que ela viu a gente, ela já descobriu, num tem mais jeito, num vai mais ter graça!" Dava tudo por uma foto na hora que ela entrou em casa e nos cantamos a música de praxe. Ficou uma hora olhando pra gente com um olhar nada amistoso.
Enquanto isso, minha mente bulinava: "Ixe, Lucy não gostou da surpresa, que droga! Amanhã ela nem fala com ninguém..."
O susto foi tanto que, creio eu, minha doce amiguinha perdeu o controle dos músculos de seu rosto. Ou algo do tipo.
Mas o que importa é que ela gostou.

PARABÉNS LUCY! De novo.... =]

Sabe, andei reparando que amar é difícil pra cacete caramba.
Pense em alguém que você ama, pode ser mamãe ou papai, não importa, e pense no quanto isso é importante, ou no que isso te afeta ao você pensar ou fazer algo pra essa pessoa. Amar é estranho. Gostoso, porém estranho. E dá medo só pensar na dimensão do amor.

Ah, Te amo Lucy.

Bjos ;*
e obrigada pra quem leu essa baboseira =D

P.S.: Agradecer também às minhas amiguinhas coadjuvantes de hoje, vocês também foram essenciais para que o dia só melhorasse... Adorei as fotos e os narizinhos de palhaço. :)
Trilha Sonora: Chico César - Isso
escrito por Ana Maria às 23:34
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

Barulhinhos à quase meia-noite

Lembrei de algo que me fez lembrar do blog.
Mas antes de falar o que foi, preciso dizer que essa minha primeira frase me deu uma puta vontade enorme de fazer graça. Sabe, tipo aquele meu último "P.S." ?!

"Lembrei de algo que me fez lembrar uma coisa que eu lembrava de ter lembrado que fulano me fez lembrar isso. Consegue entender?!"

Enfim, não foi isso que eu lembrei.
Baboseiras me lembraram que eu estou virando uma perita em fazer barulhinhos estranhos de influência alheia.
 Pode ser um "Anhinhi" que eu fico repetindo exaustivamente enquanto encontro as pontas de meus dedinhos fechados como se fossem um bichinho ou então o "Anhãonhãonhãonhãonhão" pra simbolizar umas mãos bobas que querem passar por onde não deveriam. Em certos boobs, eu diria.
E daí?!
Caracas, lembrei também do "Ôwn" repetidos por todos em minha sala de aula quando acontece algo bonitinho/fofinho/engraçadinho/chatinho-ficar-fazendo-issinho... Isso!
Uma amiga me perguntou como se fazia e eu:
"Ah, tira bem daqui ó (apontando pra garganta), faz uma forcinha, afina a voz e ele sai: 'Ôwnn!' "

Ridículo Ana Maria...
Barulhos estranhos são baboseiras, mas são tão legais.
Lembrei de barulhos de beijo, aqueles bem no meio do "bem-bom" que dá uma vontade desesperadora de rir (faz 300 anos que eu não exagero, mas quanto a mim, sim, a vontade é desesperadora)... e não há o que fazer!
Nada a ver também.

Ai ai.. err, bem, amanhã tenho aula cedo.
Acho que vou-me já. (Não ria disso por favor, é medonho)

Bjos ;*
e obrigada pra quem teve paciência de ler essa baboseira =D

P.S.: Aposto que ninguém vai conseguir entender esses barulhos "onomatopeizados"
Hoje eu tô: Intrigantemente Feliz
escrito por Ana Maria às 23:58
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Só a título de curiosidade...

Por favor, só não me matem.
Juro que não tenho tido tempo e nem saco pra escrever aqui.
Tô com um pequeno probleminha que pretendo resolver ainda essa semana, tá?!

Mas pra distrair, e lembrar da minha fissura com o tal do "P.S.", pros leigos, aí vai:

P.S. = Post-Scriptum
Em Latim, significa literalmente "escrito depois"; originariamente, indicava algo que julgamos necessário acrescentar a uma carta após o seu encerramento. Com o tempo, foi-se percebendo que esta fórmula, além de servir para corrigir nossos lapsos de memória ou simplesmente informar que haviam ocorrido alterações depois que tínhamos dado a carta por concluída, poderia servir como uma sutil estratégia retórica: depois de percorrer todo o corpo do texto, o leitor se depara com uma idéia posta em destaque, plantada ali por nós com aquela mesma aparente despreocupação com que lançamos, na fala, aquele temível "Ah! Antes que eu me esqueça ... ", que sempre anuncia o que de mais importante temos a dizer. É justamente esse efeito "amplificador" do post scriptum o que explica a sua utilização nas cartas e mensagens escritas no computador, uma vez que, com os fantásticos recursos de correção e arrependimento trazidos pelos processadores de texto, poderíamos simplesmente incluir no texto o que tínhamos esquecido. O Aurélio registra a forma pós-escrito, modernizada."
Texto do Wikipédia, adaptado.

Agora tá entendido, certo?!
Bjos ;*
e obrigada pra quem teve paciência de ler essa não-baboseira e ficou inteligente ô/

P.S.: o meu texto explicando o que é "P.S." não teria P.S., mas aí eu lembrei que eu não tinha dito isso. enfim :)
Trilha Sonora: Jonas Brothers - Time for me to fly
escrito por Ana Maria às 21:33
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